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A tragédia do trabalho infantil é uma dura realidade de hoje em dia, numa altura em que o futuro ameaça ser assustador e as crianças, essas ...
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HISTÓRIA O Teatro de Bonecos é uma forma antiga de expressão artística orginada por volta de 3 mil anos atrás. Desde então, os bonecos fora...
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Alice no pais das maravilhas
Era uma vez uma menina chamada Alice. Numa tarde de verão, ela estava sob a sombra de uma árvore, ao lado de sua irmã mais velha, que lia um livro sem nenhuma figura. Achando aquilo muito chato, Alice foi ficando cada vez mais sonolenta quando, de repente, apareceu um coelho apressado com um enorme relógio exclamando: - Hãaa!!! Nossa! É tarde, é tarde, é tarde, muito tarde! O coelho entrou numa toca e a menina foi atrás. De repente, ficou tudo muito escuro e Alice sentiu que estava caiiindo, caiiindo, caiiindo num poço que parecia não ter fim. Aí... de repente, plaft! Tinha caído sentada num monte de folhas secas. Olhando ao redor, ela viu uma pequena porta. Quis passar, mas não conseguiu, porque a porta era minúscula. Havia por ali uma lata em que estava escrito "Coma-me". Abriu a lata mais que depressa e, vendo que eram biscoitos, começou a comer. Pra surpresa de Alice, quanto mais ela comia, menor ficava em tamanho. Foi ficando pequenininha, pequenininha e assim conseguiu passar pela portinha. Saiu então num jardim onde viu flores falando e cantando. Isso a deixou super-admirada. Perguntou então às flores: - Como posso crescer novamente? - Siga em frente. Responderam em coro. Alice obedeceu. Andou, andou, e encontrou em cima de um cogumelo um bichinho verde que lhe perguntou: - Que deseja, menina? Percebendo a tristeza de Alice, o bichinho verde disse: - Coma do cogumelo, mas coma só do lado direito, senão você diminui. Minutos depois de comer, Alice voltou ao seu tamanho normal. Muito feliz, ela levou consigo mais dois pedacinhos do cogumelo. Sem rumo certo, Alice continuou a andar quando, inesperadamente, encontrou um gato risonho: - Pode me indicar o caminho que devo seguir?. Disse a menina. - Humm! Mas pra onde deseja ir? - perguntou o gato. - Não sei!... - Humm! À direita, mora o Chapéu; à esquerda, mora a Lebre de Março. Hãaa!. Tanto faz, menina, os dois são malucos, disse o gato. - Maas, então, tenho eu que viver entre doidos? - Humm! Humm! Dê trinta passos pra frente, trinta passos pra direita e mais trinta pra esquerda. Ali existe uma árvore que orienta. Sem entender nada, mas levada pela intuição, Alice chegou na casa da Lebre de Março e viu a Lebre e o Chapéu tomando chá ao ar livre. Sentou-se à mesa com os dois. - Mais vinho, Chapéu? - perguntou a Lebre. - Oh! Oh! Oh! Sim, por favor, querida, um pouco mais de leite sem manteiga com casca de pão - respondeu ele. Aturdida, sem entender nada, Alice saiu dali em disparada. Mais à frente, ela viu os soldados da Rainha de Copas pintando de vermelho as flores brancas que ali existiam. - Mas por que estão pintando de vermelho as flores brancas? - Plantamos flores brancas por engano. Como a Rainha só gosta de flores vermelhas, se não pintarmos as flores brancas de vermelho, ela manda cortar nossas cabeças, responderam eles. No Reino de Copas, tirando essa maluquice toda, tudo corria normalmente. Um dia, porém, um soldado roubou da Rainha um pedaço de bolo. Foi preso pra ser julgado e condenado. E Alice, mesmo sem saber do acontecido, foi convocada pra testemunhar. Estava pra se iniciar o julgamento, quando algo muito estranho aconteceu. Alice começou a crescer, a crescer... e ficou muito alta, com mais de um quilômetro de altura. Os soldados então começaram a correr atrás dela pra expulsá-la do Reino, porque assim mandava a lei. Nesse instante, Alice acordou e viu-se deitada no colo de sua irmã que lia um livro sem figuras. Ah, ah, ah! Felizmente, tudo tinha sido só um sonho!!!.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
A Princesa e o Sapo
Era uma vez uma bondosa princesa muito bonita, que vivia num reino muito
distante.
Um dia, sem querer, a princesa deixou cair uma bola dentro de um lago. Pensando que a bola
estivesse perdida, começou a chorar. — Princesa, não chore. Vou
devolver a bola para você. — disse um sapo. — Pode fazer isso? –
perguntou a princesa. — Claro,
mas, só farei em troca de um beijo. A
princesa concordou. Então, o sapo apanhou a bola, levou-a até os pés da
princesa e ficou esperando o beijo. Mas, a princesa pegou a bola e
correu para o castelo. O sapo gritou: — Princesa, deve cumprir a sua
palavra! O sapo passou a perseguir a princesa em todo lugar. Quando ia
comer, lá estava o sapo pedindo a sua comida. O rei, vendo sua filha
emagrecer, ordenou que pegassem o sapo e o levassem de volta ao lago.
Antes que o pegassem, o sapo disse ao rei: — Ó, Rei, só estou cobrando
uma promessa. — Do que está falando, sapo? Disse o rei, bravo. — A
princesa prometeu dar-me um beijo depois que eu recuperasse uma bola
perdida no lago. O rei, então, mandou chamar a filha. O rei falou à
filha que uma promessa real
deveria ser cumprida. Arrependida, a
princesa começou a chorar e disse que ia cumprir a palavra dada ao sapo.
A princesa fechou os olhos e deu um beijo no sapo, que logo pulou ao
chão. Diante dos olhos de todos, o sapo se transformou em um belo rapaz
com roupas de príncipe. Ele contou que uma bruxa o havia transformado em
sapo e somente o beijo de uma donzela acabaria com o feitiço. Assim, ele
se apaixonou pela princesa e a pediu em casamento. A princesa aceitou.
Fizeram uma grande festa de casamento, que durou uma semana inteira. A
princesa e o príncipe juntaram dois reinos e foram felizes para sempre.
Um dia, sem querer, a princesa deixou cair uma bola dentro de um lago. Pensando que a bola
estivesse perdida, começou a chorar. — Princesa, não chore. Vou
devolver a bola para você. — disse um sapo. — Pode fazer isso? –
perguntou a princesa. — Claro,
mas, só farei em troca de um beijo. Aprincesa concordou. Então, o sapo apanhou a bola, levou-a até os pés da
princesa e ficou esperando o beijo. Mas, a princesa pegou a bola e
correu para o castelo. O sapo gritou: — Princesa, deve cumprir a sua
palavra! O sapo passou a perseguir a princesa em todo lugar. Quando ia
comer, lá estava o sapo pedindo a sua comida. O rei, vendo sua filha
emagrecer, ordenou que pegassem o sapo e o levassem de volta ao lago.
Antes que o pegassem, o sapo disse ao rei: — Ó, Rei, só estou cobrando
uma promessa. — Do que está falando, sapo? Disse o rei, bravo. — A
princesa prometeu dar-me um beijo depois que eu recuperasse uma bola
perdida no lago. O rei, então, mandou chamar a filha. O rei falou à
filha que uma promessa real
deveria ser cumprida. Arrependida, aprincesa começou a chorar e disse que ia cumprir a palavra dada ao sapo.
A princesa fechou os olhos e deu um beijo no sapo, que logo pulou ao
chão. Diante dos olhos de todos, o sapo se transformou em um belo rapaz
com roupas de príncipe. Ele contou que uma bruxa o havia transformado em
sapo e somente o beijo de uma donzela acabaria com o feitiço. Assim, ele
se apaixonou pela princesa e a pediu em casamento. A princesa aceitou.
Fizeram uma grande festa de casamento, que durou uma semana inteira. A
princesa e o príncipe juntaram dois reinos e foram felizes para sempre.
A Cegonha e a Tartaruga
- Vou partir para as terras quentes do sul – declarou a cegonha com
visível orgulho. – Desde que anunciaram tempos difíceis, não penso
noutra coisa.
- Quem é que anunciou tempos difíceis? – perguntou a tartaruga num bocejo.
- O boletim meteorológico. Falaram de vento, chuva, frio, enfim só coisas desagradáveis. Eu, sempre que posso, fujo do que me aborrece.
- Foges?
- Bom, é uma força de expressão. Sabes que aproveito todos os pretextos para uma viagenzinha.
Certa de que despertaria inveja, a cegonha pôs-se a descrever as delícias que desfrutava nas suas deslocações:
- Oh! Levantar voo, bater asas, lançar-me à aventura! Hoje uma terra, amanhã outra… tu sabes lá o que a gente encontra por esse mundo fora. Há cada animal!
- Imagino – respondeu a tartaruga.
- Não imaginas, não. Ora diz-me, consegues fazer passar pela tua cabeça uma manada de bichos que parecem pacíficos e de trato fácil, mas que afinal são indomáveis e nunca nada nem ninguém conseguiu domesticar?
- São zebras.
um pouco desconsolada, a cegonha insistiu:
- E um mastronço de pele dura como a sola, míope, neurótico e com um corno só?
- Nada mais fácil. É o rinoceronte.
- Como é que tu, sem saíres de casa, sabes estas coisas?
- É fácil. Tenho em casa muitos livros. Não me desloco, mas viajo pelos caminhos da leitura. Só preciso de óculos e de imaginação
- Quem é que anunciou tempos difíceis? – perguntou a tartaruga num bocejo.
- O boletim meteorológico. Falaram de vento, chuva, frio, enfim só coisas desagradáveis. Eu, sempre que posso, fujo do que me aborrece.
- Foges?
- Bom, é uma força de expressão. Sabes que aproveito todos os pretextos para uma viagenzinha.
Certa de que despertaria inveja, a cegonha pôs-se a descrever as delícias que desfrutava nas suas deslocações:
- Oh! Levantar voo, bater asas, lançar-me à aventura! Hoje uma terra, amanhã outra… tu sabes lá o que a gente encontra por esse mundo fora. Há cada animal!
- Imagino – respondeu a tartaruga.
- Não imaginas, não. Ora diz-me, consegues fazer passar pela tua cabeça uma manada de bichos que parecem pacíficos e de trato fácil, mas que afinal são indomáveis e nunca nada nem ninguém conseguiu domesticar?
- São zebras.
um pouco desconsolada, a cegonha insistiu:
- E um mastronço de pele dura como a sola, míope, neurótico e com um corno só?
- Nada mais fácil. É o rinoceronte.
- Como é que tu, sem saíres de casa, sabes estas coisas?
- É fácil. Tenho em casa muitos livros. Não me desloco, mas viajo pelos caminhos da leitura. Só preciso de óculos e de imaginação
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