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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

O leão e a formiga

Era uma vez uma leão muito bonzinho chamado Hércules,ele conheceu uma
formiga muito brava ele queria brincar com ela só que ela não queria
leão diz:
-olha você não quer mais ser meu amiguinha?
Formiga fala:
-eu nunca foi seu amigo eu quero que você me deixe em paz!
-quando precisar de mim não vou te ajudar ta bom senhora formiga
-ta não preciso da sua ajuda nunca
o verão ia acabando e o inverno chegando a formiga não tinha casa
e foi pra casa do leão pra ver se ele deixa ela entra
para comer e ficar de baixo do cobertor
formiga diz:
-o leão,leão
leão fala:
-o que você quer?
-eu queria que você me deixa-se eu ficar com você ai na sua casa
-não,não deixo você disse que não ia precisar da minha ajuda…
-é mas eu preciso
-agora morra de frio e fome
foi passando a semana e a formiga estava muito magra
e com frio ela não agüenta mais por isso ela morreu de fome e frio
o inverno acabando e a primavera chegando
a lebre diz:
- extra,extra a formiga brava morreu de fome e frio
o leão ouviu e foi olhar o que estava acontecendo
leão diz:
-formiguinha desculpas vou pegar comida e um cobertor para te esquentar
peguei pronto
leão pegou o cobertor e muita comida e deu todo pra ele. Fim

Olhei para o céu


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A Velhinha e a Cabaça

Era uma vez uma velhinha que vivia sozinha numa pequena casa junto a um bosque onde ela gostava muito de passear.

Um dia quando ia para o casamento da sua filha teve que atravessar todo o bosque a pé.

Ia ela a apreciar o passeio quando encontrou uma raposa, que lhe disse:
– Vou-te comer velhinha
– Não faças isso agora – respondeu a velhinha – é que eu vou ao casamento da minha filha, quando voltar venho mais gordinha.
E a raposa deixou-a continuar o seu caminho.

Um pouco mais à frente encontrou um grande lobo.
– Não passas aqui sem que eu te coma – disse o lobo.
A velhinha respondeu:
– Agora não, eu vou ao casamento da minha filha e vou voltar mais gordinha.
E o lobo também a deixou ir embora.

No casamento da filha a velhinha divertiu-se muito e comeu muito também.

Quando já estava para ir embora e voltar para casa, lembrou-se do lobo e da raposa que estavam à espera dela. Então contou a história à filha e ficaram as duas a pensar numa forma para a velhinha voltar para casa sem ser vista.

Foram então à procura de alguma coisa onde a velhinha se pudesse esconder, experimentaram vários objectos, panelas, barris, e então encontraram uma grande cabaça onde ela cabia e conseguia espreitar para poder ver.

No caminho de volta para casa a velhinha ia rodando a cabaça.

Quando passou pelo lobo eu perguntou:
– Viste por ai uma velhinha?
– Nem velhinha nem velhão, roda cabacinha, roda cabação – respondeu-lhe a velhinha.
E continuo o seu caminho escondida dentro da cabaça.

Já ia um pouco mais descansada por ter conseguido enganar o lobo, quando a raposa se pôs no seu caminho.
– Viste por ai uma velhinha? – perguntou-lhe a raposa.
A velhinha respondeu:
– Nem velhinha nem velhão, roda cabacinha, roda cabação

Pouco depois chegou a casa em segurança, bateu com a cabaça numa grande pedra que estava perto da porta e saiu de lá de dentro.

A velhinha continuo a dar os seus passeios, mas noutro sítio do bosque para não se cruzar novamente com o lobo e a raposa e eles ainda hoje continuam à espera que a velhinha volte do casamento da filha.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Meus brinquedos


 De repente,
Ao lembrar dos brinquedos queridos,
Que ficaram esquecidos
Dentro do armário.
Me bate uma saudade,
Me bate uma vontade,
De voltar no tempo,
De voltar ao passado.
Mas nada acontece,
Nada parece acontecer,
E eu choro,
Choro como o bebé que fui,
E a criança, que quero voltar a ser.
Não quero crescer!

A Galinha Ruiva



Era uma vez uma galinha ruiva, que morava com seus pintainhos numa fazenda.

Um dia ela percebeu que o milho estava maduro, pronto prá colher e virar um bom alimento.


A galinha ruiva teve a ideia de fazer um delicioso bolo de milho. Todos iam gostar!
Era muito trabalho: ela precisava de bastante milho para o bolo.
Quem podia ajudar a colher a espiga de milho no pé?

Quem podia ajudar a debulhar todo aquele milho?
Quem podia ajudar a moer o milho para fazer a farinha de milho para o bolo?


Foi pensando nisso que a galinha ruiva encontrou seus amigos:


- Quem me pode ajudar a colher o milho para fazer um delicioso bolo?
- Eu não, disse o gato. Estou com muito sono.

- Eu não, disse o cachorro. Estou muito ocupado.
- Eu não, disse o porco. Acabei de almoçar.
- Eu não disse a vaca. Está na hora de brincar lá fora.

 
Todo mundo disse não.
Então, a galinha ruiva foi preparar tudo sozinha: colheu as espigas, debulhou o milho, moeu a farinha, preparou o bolo e colocou no forno.
Quando o bolo ficou pronto...


Aquele cheirinho bom de bolo foi fazendo os amigos se chegarem. Todos ficaram com água na boca.


Então a galinha ruiva disse:
- Quem foi que me ajudou a colher o milho, preparar o milho, para fazer o bolo?
Todos ficaram bem quietinhos. (Ninguém tinha ajudado.)
- Então quem vai comer o delicioso bolo de milho sou eu e meus pintainhos, apenas. Vocês podem continuar a descansar olhando.


E assim foi: a galinha e seus pintainhos aproveitaram a festa, e nenhum dos preguiçosos foi convidado.



FIM

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Conhecendo Estatuto da Criança e do adolescente com Renatinha



• TODA A CRIANÇA TEM DIREITO A UM NOME E A UMA NACIONALIDADE. • TODA A CRIANÇA TEM DIREITO A CRESCER DENTRO DE UM ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE, COMPREENSÃO, AMIZADE E JUSTIÇA ENTRE OS POVOS.



Em Faro, num bairro social foi encontrada uma bebe recém-nascida mas ninguém sabia de quem era. Certo dia uma casal que por ali passava, encontrou-a e como não conseguiam ter filhos decidiram ficar com ela. Então foram tratar de todos os papéis necessários para poderem ficar com a criança, deram-lhe um nome e dupla nacionalidade pois eles eram Romenos.
De seguida foram com a menina a um médico para ver se estava tudo bem com ela.
A menina cresceu e os pais contaram-lhe toda a verdade sobre ela, a miúda ficou um pouco revoltada mas como a compreensão dos pais e a ajuda dos seus amigos tudo ficou bem com o passar do tempo.
A menina teve tudo a que tinha direito como ir à escola, ter uma família que sempre a amou muito e esteve sempre a apoia-la e lhe deu sempre tudo o que ela quis. Quando a criança tinha 13 anos, apareceu a sua mãe Biológica mas como devem calcular a criança nem sequer quis falar com ela pois não havia explicação possível para o que a mãe lhe fizera. 
E assim a menina continuou feliz ao lado dos seus pais adoptivos.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Eu sou assim

Sou uma pessoa teimosa, a minha maior virtude é ajudar quem me ajuda a mim a musica que mais gosto é Até a noite parar e os meus filmes preferidos são todos do velocidade furiosa.
Estou neste curso porque adoro crianças, espero que o curso seja divertido e que nos ensine melhor como lidar com as crianças.
A maior parte das crianças são felizes, e todas são carinhosas, lindas e maravilhosas.
A pessoa mais importante da minha vida é a minha avó.
Eu nunca me esqueço das pessoas mais importantes da minha vida, e sempre que posso ligo para a minha avó pois ela é o meu maior orgulho.
Se fosse rica gostaria de abrir o meu próprio infantário.
Se mandasse no mundo aumentava o salário mínimo nacional, nunca ia para o desemprego.
Um politico Cavaco Silva. Um escritor Manuel Alegre.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

O Pirata Barbarroxa

Esta história é diferente das outras histórias, já que se trata de uma Lenda.E o que é uma Lenda? As Lendas são histórias que acreditamos serem verdade, mas que não temos maneira de provar se são mesmo reais ou invenção de quem as conta.
Então cá vai:

Era uma vez, há já muito tempo, navegava o Pirata Barbarroxa no seu enorme navio com toda a tripulação, em especial os melhores amigos, Barnabé, o carpinteiro e calafate, José o Cozinheiro e Bento, o Grumete.

Mas este pirata não gostava de roubar nem assustar os marinheiros dos outros navios, em vez disso, preferia ajuda-los durante as avarias ou tempestades no mar, a sua missão mais arriscada passou-se no ano 1520 a 1 de Novembro, no Sul do continente Americano, numa zona que fica entre dois países, um chamado Chile e outro chamado Argentina.

Um conjunto de 5 navios (a que se chama "Armada") estava a atravessar uma zona desconhecida para eles e muito perigosa, tinha rochas escondidas debaixo de água, ondas gigantes e ventos muito, muito fortes. O líder desta Armada chama-se Fernão de Magalhães um navegador Português, que nesta viagem estava ao serviço do rei de Espanha, com o objectivo de dar uma volta ao mundo de navio.

Durante a passagem os navios de Fernão de Magalhães estavam em grande dificuldade, 4 navios já tinham naufragado e o outro estava muito estragado pelos fortes ventos, ondas e pelas rochas, tinha buracos no casco e as velas rasgadas. Quando já todos os marinheiros esperavam o pior, apareceu um navio pirata, e Magalhães gritou: "-Que má sorte! Com toda esta tempestade e ainda temos uns piratas para nos roubar".

Os marinheiros correram para o porão do navio em busca de esconderijo, só o Magalhães ficou (já que era o comandante) para tentar evitar o assalto.

O primeiro pirata a entrar no navio foi o próprio Barbarroxa, Magalhães ficou espantado porque o pirata não tinha nenhuma espada nem outra arma, em vez disso vinha de braços abertos e deu um abraço ao comandante.

Pouco tempo depois chegaram os restantes marinheiros, Barnabé com as suas ferramentas, o José com vários produtos para cozinhar e o Bento, como ainda estava a aprender, ficou no navio do Barbarroxa com os outros marinheiros. Começaram logo a trabalhar, o Barbarroxa foi para o leme, pois conhecia muito bem o mar naquela região, o Barnabé tratou da reparação dos estragos das rochas e do vento e o José preparou uma bela refeição para dar forças a todos os marinheiros.

O Magalhães estava cada vez mais espantado, os piratas que conhecia (e dos que já tinha ouvido outros marinheiros falar) eram ladrões, maus e muito mal dispostos, no entanto o Barbarroxa e a sua tripulação estavam a dar uma grande ajuda.

Após três dias a navegar naquela enorme tempestade o navio do Magalhães, e o do pirata Barbarroxa, conseguiram chegar ao outro lado do continente Americano. Quando lá chegaram, e ao ver o oceano tão calmo, Magalhães deu-lhe o nome de "Oceano Pacífico" (nome que se mantém), também o estreito por onde passaram continua a recordar este dia, já que se chama "Estreito de Magalhães".

Durante o resto da viagem, até ao regresso a Espanha, tudo correu bem. Ao chegarem a Espanha, os marinheiros contaram como tinha sido ajudados pelo pirata Barbarroxa e assim a sua fama foi crescendo.

Desde esse dia outros marinheiros contam como têm sido ajudados pelo Barbarroxa e sua tripulação. Mesmo hoje em dia há marinheiros a contar que são ajudados por este pirata tão diferente e solidário.

E já sabem, se um dia estiverem numa viagem de barco, no meio do Oceano, e com algum problema, pode ser que o Barbarroxa vos vá dar uma ajuda.



Em alguns países este pirata é também conhecido por outros nomes, como por exemplo "Barbarroja", "Barba Ruiva", "Red Beard" ou "Barbarossa" entre outras, devido às traduções ou semelhanças fonéticas nesses países.

ursinho pimpão